ANDRÉ MENDONÇA MINISTRO DO STF, DIZ SER "GRANDE PASSO PARA EVANGÉLICOS"

André Mendonça ministro do STF, diz ser “grande passo para evangélicos”

André Mendonça, Ministro do STF, diz ser “grande passo para evangélicos”. Ex-ministro da Justiça e procurador-geral da República, dirigiu-se hoje após a confirmação de sua indicação ao STF pelo Senado Federal (Supremo Tribunal Federal). O veredicto constitui “um salto para os evangélicos”, segundo o novo ministro da Corte, que expressou sua gratidão a Deus.

“Meu primeiro instinto foi louvar a Deus pela vitória. É um pequeno passo para um cara, mas é um salto gigante na história dos evangélicos no Brasil. Ele afirmou:“ Um passo para o homem, um salto para os evangélicos ”.

Mendonça foi aprovado pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado após uma longa audiência que durou mais de oito horas. No plenário da Câmara, obteve 47 votos a favor e 32 votos contra. Como a votação é confidencial, é impossível determinar como cada deputado votou.

O presidente Jair Bolsonaro o indicará como segundo ministro (PL) da Corte. Kassio Nunes Marques foi o primeiro. Devido à oposição do senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) ao agendamento da audiência, Mendonça só foi concedido após mais de quatro meses de espera. Ele descreveu o processo como “um procedimento demorado e doloroso, mas com muito aprendizado”.

O futuro ministro deve assumir ainda este ano e acabar com o desfalque do STF, que teve dez membros durante todo o semestre.

CCJ teve um sábado pacífico.

Apesar das múltiplas alusões à religião em seu discurso, Mendonça, um pastor, tentou se distanciar da imagem “muito evangélica” de Bolsonaro no comício de sábado. Ele se posicionou contra o Presidente da República ao dizer que não faria orações semanais no STF, como Bolsonaro havia pedido em outubro. Durante o processo judicial, o ex-ministro declarou, “não há lugar” para manifestações religiosas.

Além disso, apoiou a democracia e a justiça criminal, garantiu a tolerância para as minorias e prometeu defender o estado laico perante a CCJ: “Considerando os debates baseados na minha situação religiosa, é vital destacar a minha defesa do estado laico”.

“A Bíblia é o livro mais importante da minha vida.” Ele prosseguiu, dizendo: “Na Suprema Corte, a Constituição”.

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